domingo, maio 31, 2009

Absolutamente...

...One thing I can tell you is you got to be free





Musica Nuda - site oficial
http://www.musicanuda.com/

Inesquecível, insubstituível... (meu Sol)

... Domingos quentes e solitários a trabalhar casam bem com música por companhia.
(Jobim... a pedra preciosa do dia. Inesquecível, insubstituível... not just one more... "meu Sol, minha razão, meu tudo, enfim"... )

Obrigada, Nuno Pacheco (Jornal Público)

Cego é quem não quer ver.
Surdo é quem não escuta os sinais.
.
Às vezes tenho a dolorosa sensação de que tudo foi cirurgicamente intencional e não se tratou apenas de um colossal erro devido à mais absoluta ignorância do que é a escola e a educação.
(... Uma geração despreparada e acrítica é mais facilmente manipulável, ou não? Uma escola gerida autocraticamente garante à tutela o supremo controlo, ou não? Dividir para melhor reinar, certo? Tristes tempos...)
.

(Descobri o texto no canto da Anabela Magalhães )

Novidades no portal SAPO Scratch

AQUI:
http://kids.sapo.pt/scratch/formacao


Todos juntos p'ra troca
Temática 1

Vieram de longe
Temática 2

Screencasts
Ajuda em vídeo

"Scratch.ando com o sapo" é uma iniciativa dinamizada pela Universidade de Aveiro e pelo portal SAPO, através do laboratório do Sapo na UA. Aproveitando as potencialidades do Scratch, disponibilizadas pelo SAPO, as crianças aprendem a programar e a "brincriar" usufruindo de uma linguagem simples, intuitiva, lúdica e criativa. Brincriações em que os adultos entram assessorando as crianças - autoras dos projectos suportados no acesso às novas tecnologias. Os guias de acção (os tutoriais) contam com um conjunto de figuras humanas que designámos de Guardiões do Scratch.ando com o SAPO. As crianças dos 3 aos 6 anos têm o Pópio e a Pópia. A Sylla e o Argus guiam as crianças dos 7 aos 9 anos. E, a Bicuda e o Bilóca orientam os dos 10 aos 12 anos. Muitas são as aventuras que poderão realizar. Além de potenciarem a auto-aprendizagem, os guias de acção promovem os valores referidos ao Humano subjacente à Declaração Universal dos Direitos Humanos. E, contribuem para o desenvolvimento da literacia com o domínio dos 4 erres: contar, escrever, ler e teclar (programar), essenciais à compreensão do mundo actual e às práticas de liberdade, no pensar e no interagir da criança, consigo própria, com os outros e no mundo.


Ficha Técnica

A vision for lifelong learning

Partilhado pelo Gonçalo Miguel no Interactic 2.0

sábado, maio 30, 2009

Juntos, mais uma vez, em Lisboa

Na diversidade conseguimos encontrar, mais uma vez, um rumo comum.
Fomos um rio no leito da Avenida da Liberdade...
(Queremos acreditar num melhor futuro.)

Das razões e da consciência tranquila...

(Esta entrada é de há dois dias... mas apeteceu-me que hoje fosse folha de rosto... Depois regressará à data certa). Porquê? Porque o dia merece palavras próprias e também porque sim...)

Não é porque tem de ser, porque 'bora lá todos juntos para provar que..., porque isto, porque esta cor... porque este grupo..., porque parece mal se não formos todos, porque unanimidades, porque mostrar aos outros que, porque...
Uma manifestação parece um gesto no colectivo mas, para alguns (muitos? espero...) é apenas a continuação de um somatório de gestos individuais coerentes (não apenas mais um grito isolado, frequentemente inconsequente para a pessoa que o dá, apenas para aliviar o sufoco que causa acatar, entre manifestações, tudo o que é imposto).
Não quero falar de estratégias de luta, agenda política, interesses vários, comentar os gestos e decisões dos outros, porque o meu contexto de vida é o meu, as minhas razões são as minhas e cada um é como cada qual. Escutei discursos como: tu tens jeito para fazer outras coisas, portanto se ficares sem emprego sempre podes fazer outra coisa (a propósito de não querer ser titular, ou de não entregar os ois.)... Tu não tens de concorrer, mas eu tenho e não quero ser prejudicado/a... Medos reais que invadem as salas de professores nestes tempos. Sei que muitos destes professores estarão presentes na manifestação... ajudarão a compor o número... ficarão um pouco mais aliviados com a ilusão de liberdade e o grito permitido por umas horas...

Ainda tentei explicar ontem a um ou outro colega que decidiram de voz bem alta não ir (os motivos variam de uns para outros... a nossa habitual e saudável diversidade) as razões pelas quais vou. Mas já percebi que não (co)movo ninguém previamente decidido que invoca as suas próprias razões.
Partilho aqui hoje algumas reflexões dispersas sem a pretensão de convencer alguém. Estava prometido e cumpro.

Nunca fui pessoa de ajuntamentos, de grandes grupos. Não tenho sequer um grande grupo de amigos, saio pouco e passo muitas das minhas horas sozinha. Gosto. Escolhi-me assim.
Vivi neste ano as minhas primeiras manifestações de rua. Não consigo preferir um clube, seleccionar um sindicato, tenho dificuldade em escolher porque gosto de escutar e de provar primeiro antes de decidir quais são em cada momento os meus divergentes caminhos. Já não considero isso um defeito: é mesmo uma questão de feitio que me molda desde que disse olá à vida.

Como não moro longe, se não tiver boleia, embora existam autocarros para nos levar, não farei o caminho em grupo. Aproveitarei a viagem solitária de combóio (gosto muito) para reflectir no próximo passo que se aproxima e é bem mais significativo do que este tão simples de escolher ir... e ir.

Quando decidi não entregar os ois não foi nem por birra, nem para aproveitar os buraquinhos das mal feitas leis. Como consequência fui notificada (?) e informada de que o 37 do ECD não se vai aplicar.
A decisão prendeu-se com outras causas. Sou convicta e visceralmente contra a divisão absurda e arbitrária da carreira, contra este modelo de ECD, desde a raíz das coisas, que transformou em avaliador qualquer um com ou sem competência para tal, por acaso ou sorte contextual e que funciona com indicadores, métodos e considerações que nada dizem sobre o nosso trabalho, consumindo em burocracias o tempo que agora já não há (também por conta dos seus desgovernos) nem sequer para o que interessa.
Essa foi a razão para não me candidatar a titular, para não entregar os ois, para não me calar nunca em todos os espaços à minha volta. Não pretendo ser avaliada por um modelo que nada me acrescenta e que tudo me retira, não me deixando crescer nem aprender mais, impedindo-me de ser melhor para os meus alunos.
Agora sim, a caminho do final do ano lectivo, quando não for buscar a folhinha que completa o ciclo infernal, passarei definitivamente para o outro lado e assumo até ao final uma posição que já teve consequências na minha carreira e poderá ainda vir a ter mais. E esse gesto será o último de um ciclo de luta com esperança, que continua a ser a minha, e que tem guiado cada gesto meu no contributo modesto para salvar um pouco do que ainda resta dos destroços à nossa volta.
Os meus alunos e os pais deles estão sempre do meu lado porque sabem bem o quanto desta luta tem sido em seu nome. É a eles que devo a minha lealdade. São eles as sementes do futuro que urge proteger. Não me negam apoio, mesmo quando a escola se esquece de quem vive lá dentro e do que é importante.

Continuo a acreditar que é possível uma luz no próximo ano lectivo. Disse e fiz o possível nestes anos para estar do lado da solução. Durmo tranquila.
Agora aproxima-se também a oportunidade de ainda dizer/fazer mais coisas em cada uma das eleições que se aproximam. O meu voto está decidido e não passará nunca mais pelo partido que agiu sem inteligência, sem rigor e de forma hostil contra o bem mais precioso da Nação (a não ser que se perceba um dia uma convincente mudança de rumo e de gentes). Mas também não voltará a ser (cheques) em branco como os das últimas duas eleições, onde o meu desencanto com a política, depois de uma vida a votar PS, atingiu o pico máximo e na hora H não me permitiu escolher coisa alguma.

Mas, tal como já disse. É o meu voto, a minha decisão.
Não vou tentar sequer convencer ninguém.
A inteligência de cada um é como cada qual.
Cada um terá as suas razões.
Eu tenho as minhas razões.

Dia 30 estou lá porque assim decidi, neste caminho que venho desenhando, e por mais coisa nenhuma.

sexta-feira, maio 29, 2009

Vanessa cardui... outra vez

Fui preparada para escola com a máquina na mala. Há realmente uma invasão de Vanessa cardui em Azeitão :) .
Primeiras três fotos: à saída da escola. Dezenas no mesmo arbusto.
As duas últimas: jardim para onde corro quando chego.

Sempre a mesma tentação das asas...



Scratch em Aveiro... "Scratch'ando com o Sapo"

Será hoje. Ver programa do evento AQUI.
As sementes vão fazendo o seu caminho e germinando.

( Scratch’ando com o Sapo e portal SAPO kids )

Tenho imensa pena de não poder estar presente aceitando o convite que me foi feito pela Conceição Lopes mas... aulas o dia todo, Matemática entre elas, programa para acabar, provas de aferição para corrigir, tese para escrever... e uma falta que não teria, já se sabe, qualquer enquadramento (como a que tive de dar para o lançamento do Scratch SAPO em que fui apresentar o trabalho desenvolvido na escola).

Mas pronto. Estarei presente em espírito e feliz por ver os sonhos prosseguirem o seu rumo.

Aveiro está de parabéns!

[scratchandosapo.jpg]

quinta-feira, maio 28, 2009

Leveza e liberdade. Asas em flores.

Começar o dia às 8 e encerrá-lo (na escola) às 18.
À saída, no caminho até ao carro, uma vedação de lantanas cheia de Vanessas cardui (Bela Dama ou Vanessa dos Cardos)... E a máquina fotográfica em casa...

Parecia que as plantas se mexiam... tal era a nuvem.
Fiquei com inveja. Vi há tempos uma de fugida, mas por meros segundos. Cheguei a casa e fui a correr para o jardim. As Buddlejas estão a florir. O calor é muito e tive esperança... Eu sou dada a estas coisas da esperança.

Fui bem sucedida.
Andava uma entretida a bebericar aqui e ali o néctar das Buddlejas e o das flores das Arrudas com alguns descansos pelo meio.

Não me consegui aproximar muito, mas... foi o suficiente para ter a primeira foto de uma Vanessa cardui (já havia "caçado" há muito tempo uma Vanessa atalanta - Almirante Vermelho).
.


Preciso disto como elas do néctar.

É na leveza e na liberdade delas que me renovo.

A certeza de que há flores que arrancam as raízes do chão e voam para onde desejam.
(Coisas de quem tem esperança. Deve ser isso.)


terça-feira, maio 26, 2009

Adormecer devagarinho...

... embalar os sonhos.




Adenda:
Com a falta de tempo... acho que vou adormecer hoje (27) com o mesmo som de ontem.
Quem sabe amanhã...

Manifesto conjunto

Encontramo-nos Sábado

via 'Umbigo

(Ler... e reunir energias para, mais uma vez, estar presente!)

1) Este governo desfigurou a escola pública. O modelo de avaliação docente que tentou implementar é uma fraude que só prejudica alunos, pais e professores. Partir a carreira docente em duas, de uma forma arbitrária e injusta, só teve uma motivação economicista, e promove o individualismo em vez do trabalho em equipa. A imposição dos directores burocratiza o ensino e diminui a democracia. Em nome da pacificação das escolas e de um ensino de qualidade, é urgente revogar estas medidas.
2) Os professores e as professoras já mostraram que recusam estas políticas. 8 de Março, 8 de Novembro, 15 de Novembro, duas greves massivas, são momentos que não se esquecem e que despertaram o país. Os professores e as professoras deixaram bem claro que não se deixam intimidar e que não sacrificam a qualidade da escola pública.
3) Num momento de eleições, em que se debatem as escolhas para o país e para a Europa, em que todos devem assumir os seus compromissos, os professores têm uma palavra a dizer. O governo quis cantar vitória mas é a educação que está a perder. Os professores e as professoras não aceitam a arrogância e não desistem desta luta: sair à rua em força é arriscar um futuro diferente. Sair à rua, todos juntos outra vez, é o que teme o governo e é do que a escola pública precisa. Por isso, encontramo-nos no próximo Sábado.

Subscrevem:
Os blogues: A Educação do Meu Umbigo (Paulo Guinote), ProfAvaliação (Ramiro Marques), Correntes (Paulo Prudêncio), (Re)Flexões (Francisco Santos), Educação SA (Reitor), O Estado da Educação (Mário Carneiro), Professores Lusos (Ricardo M.), Outròólhar (Miguel Pinto)
Os movimentos: APEDE (Associação de Professores em Defesa do Ensino), MUP (Movimento Mobilização e Unidade dos Professores), PROmova (Movimento de Valorização dos Professores), MEP (Movimento Escola Pública), CDEP (Comissão em Defesa da Escola Pública)


Acrescento a minha modesta subscrição:

Tempo de Teia (Teresa Marques)

Lembrar...

... isto e muitas outras coisas.

As razões que nos trouxeram até aqui. O caminho feito.

É com elas ao peito e as consequências dele na pele que vou vestida.
(Não me apetece tecer mais comentários... guardarei para mais tarde)

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Scratch'ando com o Sapo


29 de Maio
Universidade de Aveiro
Acompanhar aqui:

Acordar devagarinho...

segunda-feira, maio 25, 2009

EB 1º C e JI de Ribamar

Uma manhã doce com muitos muitos meninos de todas as idades (até ao quarto ano, começando nos três anos...).
Mimos, perguntas (muitas e muito interessantes!), canções, poesia, expressão dramática. Professoras e educadoras empenhadas, carinhosas e atentas.
Uma manhã para encher muito o coração.
(Assim ninguém conseguirá esvaziá-lo de tarde com a missão cinzenta que me espera.)

domingo, maio 24, 2009

Adormecer daqui a pouco...

Amanhã muito cedo... partir para Ribamar.
Uma escolinha a precisar de miminhos de escritor. Raras oportunidades de algum por lá passar.
Terão de contentar-se com esta aprendiz.
Muitos meninos, das 9 até quase às 13...
As missões de amor sem obrigação.
Regressar a correr sem almoçar, que me espera reunião em Setúbal para correctores de provas e guardo a secreta esperança de chover uma sorte em mim e ser mandada embora como suplente, no final da sessão. Mas já esperando o pior...
Fim de semana intenso a trabalhar... mas sem chegar ao fundo do que desejava.
O tempo prega partidas, o tempo desliza, o tempo não se deixa segurar.

Só um bocadinho de música, mais umas palavras e uns livros para folhear.
A seguir... adormecer.

sábado, maio 23, 2009

As palavras...

... desaparecem quando se saboreiam as (nossas) cerejas.

(mmmmmmm)


sexta-feira, maio 22, 2009

Regresso aos encontros Second Life na Second UA

O que nos juntou novamente?

O Carlos Santos, o Luís Pedro e o SAPO Campus.

Desta vez, aproveitando as novas funcionalidades SL, a apresentação foi feita de viva voz (qualidade do som excepcional) e as dúvidas colocadas por escrito (embora pudessem sê-lo também com voz... já testei uma vez e funciona bem). O suporte e guia da apresentação foi aquele que se segue.

Estão ambos de parabéns!



Tanto quanto me pareceu, será para continuar.
Ideias para temas de debate não faltam.

quinta-feira, maio 21, 2009

A ver se com o bom afogo o menos bom...

Pelo segundo ano consecutivo... sorteada para corrigir provas de aferição.
A minha sorte é assim.

Adiante.
No ano passado prescindi do facto de ter direito a não dar a componente não lectiva para corrigir provas. Porque as crianças me queriam por perto. Este ano também querem (entre apoios e Clube Scratch...), mas eu é que já não sei se consigo dar resposta a tudo ao mesmo tempo (caso não fique suplente).

Enfim.
Concentremo-nos no lado interessante e criativo da Escola.

O Bolt da Alison versão 1 já está prontinho e como hoje finalmente conseguimos um fio de internet aproveitámos para publicar muita coisa que há um mês tentávamos publicar sem sucesso (sempre problemas na internet sem fios, que piorou desde a última configuração feita pelo técnico...).

Afogo tudo com o entusiasmo, a excitação e os mil sorrisos da Alison ao ver a sua versão 1 completa (previstos melhoramentos em futuras versões :)

Scratch Project

quarta-feira, maio 20, 2009

Grupo Scratch no Interactic 2.0

O sonho começou a ganhar forma.

Para já estamos a começar aquele que será o embrião do que ambicionamos fazer mais tarde.

Se tiverem curiosidade e interesse, vão até aos endereços indicados e inscrevam-se... primeiro na rede Interactic 2.0 e depois no Grupo Scratch.



Não prometemos resolver todos os problemas... Mas estamos a lançar as sementes de algo a que todos os Educadores se podem associar (Professores ou não - ficou claro que as Famílias têm um papel fundamental na utilização desta ferramenta).

Participem!


Aferições...

Fui visitar os meus meninos…
Acontecem as coisas mais estranhas…
Uma aluna que teve dificuldades na Matemática o ano inteiro (fui ajudando, apoiando, estimulando…) ao responder à questão do expoente de uma potência de base 10 para obter 1000… muito cuidadosamente verificou tudo … e colocou 3, depois de experimentar o 2. Acertou.
Alguns dos alunos que nunca têm menos de Muito Bom, resolvem problemas de qualquer tipo e grau de dificuldade (e se eu estico a exigência!) e expressões numéricas de qualquer tamanho cheias de potências com todos os tipos de bases e expoentes… escreveram… 100 (!), não verificaram nada e passaram para a frente…
Ah! Uma delas (aleluia!) escreveu 100, verificou... pensou, voltou atrás e corrigiu acertando.
Isto significa o quê? Não sei…
Amanhã e depois vou fazer a correcção com eles e deixar-me surpreender…

Uma das minhas crianças ficou na sala a chorar desconsolada. Excelente aluno, cuidadoso e lento, muito exigente consigo próprio (até demais, por vezes) deixou para o fim a circunferência porque era fácil… tocou, acabou o tempo… e não conseguiu fazer esse exercício… Conhecendo-o como conheço, vai ter ali para uns tempos…
Enfim…

As coisas valem o que valem…

E só sinto alívio por ter acabado. A sensação que tenho é que este período a única coisa que andámos a fazer foi a "treinar as crianças" para as provas... com tanta coisa importante e interessante que podíamos ter feito... mas vai de repetir, de avisar para os truques, as distracções, os problemas-tipo que saem sempre... crianças a comprar os livros das editoras, a repetir provas do GAVE...
Um tédio. E eu alinho porque tenho crianças e famílias que ainda se preocupam e não posso desapontá-las... Sem falar que há sempre a pressão final da folhinha que chega do Ministério (a apontar o dedo aos professores de LP e Mat.) cheia de numerozinhos a provar que falhámos neste tema, nesta competência e tal porque as percentagens dos resultados dos nossos alunos aqui e ali... naquela e na outra pergunta... que traz em anexo o pedido de relatórios e justificações...


Tudo isto não tem nada a ver com a Escola dos meus sonhos...

Decido muita coisa...

... mas


terça-feira, maio 19, 2009

Canção de embalar...

... preciso.

(Esta é mais-que-perfeita: preciosa)

Serviço público

Ando aqui nesta turma em particular a moralizar, a incentivar, a responsabilizar os alunos para se empenharem no estudo e na realização das provas, tentando passar a imagem de alguma importância das mesmas e dos seus resultados (sobretudo focando-me nuns quantos que em casa passam o tempo todo de que dispõem à frente de um computador a jogar, que raramente fazem um TPC e que foi extremamente difícil trazer até mim mudando a sua atitude face ao trabalho/ comportamento pelo menos na sala de aula).

Hoje dois deles disseram-me isto (vários escutaram):

Oh professora, eu ouvi ontem na televisão que as provas de aferição eram para avaliar os professores e não eram para avaliar os alunos! É verdade?
(Ar meio provocador)

Respondi como pude para minimizar estragos. Que tudo é avaliado, que a todos cabe uma parte da responsabilidade pelos resultados, que...
Conversámos um bocadinho e espero que tenham entendido a importância do contributo do esforço de cada um em cada posição.
Amanhã é a prova de aferição de Matemática.

Havia mesmo necessidade deste serviço público?
(É que a vida já não é fácil na escola mesmo sem estas coisas...)


Animar poesia com Scratch

Uma parceria... um exemplo da versatilidade do Scratch...


Scratch Project

segunda-feira, maio 18, 2009

Que ave?

Cheguei a casa e avistei do jardim dois pássaros longe no céu às voltas. Não reconheci forma, nem cor (linda), nem voo (muito) planado, nem som. Só tive tempo de ir buscar a máquina e disparar várias vezes em direcção ao céu. Desapareceram logo a seguir. O que captei foi o que se segue:


Acabei de descobrir. É um Abelharuco - Merops apiaster (também conhecido por Emigrante). Parece que chegam a Portugal nesta altura.
Aqui podem ver uma foto "à maneira" revelando toda a sua beleza. Estou rendida...

http://ipt.olhares.com/data/big/106/1063506.jpg


Oh Abelharucos! Não querem passar por aqui só mais uma vez?

Scratch-ed (Karen Brennan)... e nós?

Recupero aqui, pela sua oportunidade, um tema recente.

Tenho um sonho: um dia criar um espaço para educadores (língua portuguesa) em torno do Scratch, mas como agora não tenho tempo, irei explorando as possibilidades em conjunto com pessoas interessadas, até à altura em que consigamos concretizar da ideia... e se organizem e activem os parceiros certos, se escolha a ferramenta adequada de suporte e o local para a alojar.
Nome já tenho (a não ser que apareça um melhor): EduScratch.

Já quanto aos parceiros certos... Suspeito que sei quem são os principais suspeitos no contributo educativo:). O grupo que colocou de pé o evento do Scratch Day reúne as condições certas de entusiasmo e optimismo necessárias a um empreendimento deste tipo... em estreita relação com Aveiro e com o portal SAPO Scratch português (fica no ar o desafio para todos! :)

... Esta ideia de uma plataforma de apoio aos educadores não é minha, nem nova. No vídeo de boas-vindas ao Scratch Day, a Karen avisa que brevemente o seu espaço Scratch-Ed será aberto ao público.

Mas é um espaço em língua inglesa, claro. Apetecia algo para a língua portuguesa, certo? Penso que seria interessante aproveitar as sinergias do grupo que organizou o Scratch Day em Lisboa (e alguns mais dinâmicos que tenham sido tocados neste dia) entrelaçando-as com as iniciativas da Universidade de Aveiro e outras comunidades que estão a iniciar a utilização do Scratch, tudo articulado com o trabalho desenvolvido no portal criado pelo SAPO para servir a comunidade portuguesa. Vamos pensando... e o tempo de amadurecimento ajudará a desenhar a aventura. No "entretanto" procurar-se-á uma solução intermédia para manter o entusiasmo aceso, dar resposta às dúvidas e pedidos de ajuda, ligar as experiências em curso e ir continuando a animar iniciativas de disseminação... enquanto de prepara algo para o futuro.
Ninguém que se interesse pelo tema e desenvolva trabalho sobre ele pode ficar de fora... O futuro tem de contar com todos sem excepção, ou será sempre uma coisa parcial e empobrecida, incapaz de revelar todo o potencial que encerra.

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Qual é a história do Scratch-ed?
Na conferência Scratch no MIT (Julho 2008), assisti a uma intervenção da
Karen Brennan (MIT) que neste momento se encontra a trabalhar na criação de uma plataforma para educadores - língua inglesa (com outros recursos, claro). É o Scratch-ed


scratch-ed
Scratch is a new programming language that enables people to easily construct a wide variety of interactive projects. From community narratives to role-playing games to mathematical simulations to consciousness-raising projects, the potential for creative production with Scratch is boundless. However, for those who are primarily concerned with enabling others' Scratch learning, there is a disconnect between what individuals want to be able to do and the tools that are presently available to them.
The Scratch website presently offers: forums for questions, with a dedicated forum for educators; a page for educators, which has links to videos, reference materials, and writing; links for email-based support. These resources have demonstrated value, as they have (to varying extents) supported a community of more than 145,000 registered members, but they are insufficient to fulfill some needs of educators.
In response to these needs, I am currently developing
Scratch-Ed – a site for educators who support (or want to support) learning with Scratch. In this online space, educators can share stories, exchange resources, ask questions, and find people. If you are interested in receiving updates or would like to help with testing, I encourage you to contact me at scratch-ed@media.mit.edu
If you would like to learn more about the conceptualization of Scratch-Ed, and the underlying opocopo platform, you’re welcome to read the
original design brief, an elaborated design document, or view a http://web.media.mit.edu/~kbrennan/files/scratched.pdf.

Prova de aferição pode rimar com discriminação?

Acabei de deixar um comentário no blogue do Paulo Guinote a propósito de um desafio sobre a Prova de Aferição de Língua Portuguesa que passei a manhã a vigiar.


A Prova De Aferição De Língua Portuguesa 2009
Paulo Guinote
Inovou ao começar com um texto dramático (obrigado pela dica, Reb). Interessante alternativa. Vou agora tentar ver o resto e já darei notas da prova.
Aceitam-se opiniões a quem já a viu ao vivo e a preto e branco.



Alonguei-me mais do que previa nesse comentário e reproduzo aqui o que lá deixei... Estarei a exagerar?

Comentário:
Para mim o mais grave foi o tema da composição. Confesso que fiquei preocupada. Explico: o que se pretende avaliar? Hábitos de leitura, estrato socio-cultural e hábitos associados? Preferências e gostos pessoais? (Como escrever algo bonito sobre um tema que me desagrada?)…Memória de nomes de autores e livros lidos? Ou a expressão escrita, organização de ideias, criatividade… ?
Lembro-me dos meus mais de 20 anos numa escola da periferia de Setúbal… etnia cigana, meninos do bairro da Bela Vista… muitos sem casa, sem família… meninos de zonas ainda profundamente rurais onde a leitura não estava (está) enraizada nos hábitos culturais da vida de todos os dias… E não me falem do PNL ou das Bibliotecas Escolares que (não) há em todas as escolas. Não se obriga uma criança a amar a leitura só porque achamos isso importante para o seu desenvolvimento… Todos sabemos a influência do ambiente, do exemplo em seu redor, da forma como cresce com ou sem livros perto… (E mesmo assim…).

O processo é moroso na escola para conseguir desenvolver esse amor pela leitura quando ele não existe já… Na minha sala crianças perguntaram “e se eu não me lembrar do nome do autor?” “e tem de ser um livro preferido ou um livro qualquer?”, “posso escrever diálogos?”. A criança pode ainda não ter lido o suficiente para ter um livro preferido… e tentar “resolver o problema” da exigência da composição com um livro qualquer de leitura obrigatória que leu na escola a “mando”… e desapaixonadamente. Dizer autor, nome do livro, resumo do assunto e até a história de como o livro lhe foi parar às mãos? O que é isto? Uma criança a quem nunca ninguém ofereceu um livro, o comprou, ou os tem em casa numa Biblioteca arrumadinha,linda e recheada… conta o quê? “Fui obrigado a requisitar na Biblioteca porque tinha de ler para as aulas… mas depois nem li bem nem me lembro quem escreveu…”. Profundamente inspirador para um dia de prova…
Mais valia a célebre receita do “Faz uma redacção sobre a Primavera”…ou… pelo menos deixar a criança escolher uma qualquer actividade que sinta prazer em realizar… descrevendo-a ou histórias com ela associadas…
Percebeu-se o desconforto inicial em algumas crianças e estamos a falar de uma classe essencialmente média/alta na minha escola.
Havia mesmo necessidade de misturar as coisas e submeter as crianças a uma pergunta que é claramente discriminatória e segregadora, num espaço supostamente dedicado apenas a avaliar a expressão escrita?
Já depois da prova acabada, a colega que comigo vigiou os alunos contava-me que o filho detestava ler e uma vez ganhou um prémio de escrita num concurso da Biblioteca da Escola… escrevia lindamente…
Estarei a ver mal? Ou há aqui qualquer coisa estranha? Alguma intenção que me escape?
Ou a tradição das composições (lembro-me que adorava escrever histórias, acabar contos, inventar heróis, imaginar magias…) já não é o que era?
Termino com uma história. Fiz a “escolinha quase toda” em Lisboa” e tive amigos de todos os estratos sociais. Um dos mais queridos amigos era menino mais de rua que de casa… Tomava banho no rio Tejo, pendurava-se na parte de trás dos eléctricos, apanhava uns pardais com a fisga, jogava à bola na rua… Sabia que eu e a minha irmã líamos nos tempos livres, íamos ao cinema com a Mãe, víamos exposições, estudávamos com gosto e sem custo, frequentávamos o Lisboa Ginásio Clube (eu até cheguei a frequentar aos Sábados um espaço de arte para miúdos, na ARCO). Um dia, perguntou-nos muito espantado: “oiçam lá, vocês nunca se divertem?”.
Temos de acolher as diferenças, respeitá-las e exigir tudo para que todas as crianças possam construir em si as ferramentas que lhes permitam ultrapassar as fronteiras sociais e fazer os caminhos a que todos têm direito se quiserem reger-se pelos padrões “da maioria”… Mas é preciso tempo para essa construção.

Será que a igualdade de oportunidades (tão apregoada no discurso “das oportunidades”) se constrói com este tipo de pergunta aos 11 anos numa prova nacional para todos os meninos, partindo do pressuposto de que têm todos a mesma cor, forma e feitio dos mais privilegiados?

(E acrescento - não deixei isto no comentário - Será que, independentemente de se ter acesso ou não aos livros, há necessidade de impedir a criança de criar e se recriar num texto escrito, sem ser discriminada pelos seus gostos pessoais ao ser-lhe proposto que escreva sobre algo supostamente real, mas que pode não ser a sua realidade? Não seria diferente uma pergunta do tipo: "Descreve as melhores qualidades do teu Pai e da tua Mãe e conta uma história engraçada que tenhas vivido com eles...)

ADENDA:
A este comentário seguiu-se outro com outra perspectiva. A discussão é interessante de seguir e pode ser consultada aqui. Roubaram-nos o tempo na Escola para reflectir sobre questões importantes. Pouco falamos do que interessa. Nestes comentários reflecte-se um pouco sobre a função da língua... Encerrei o meu contributo, mas será previsível a continuação da discussão do tema.

domingo, maio 17, 2009

Designing a website for creative learning - Andrés Monroy-Hernandez


2009
Andrés Monroy-Hernandez
Designing a website for creative learning

Proceedings of the WebSci'09: Society On-Line

Scratch Day... eu também levei o meu Pai :)


... e a seguir fui descansar um bocadinho para o colo da Mãe que esperava por nós três (sim, que o Cara-Metade está sempre perto e é o responsável, juntamente com o Pai, pelas fotos que compõem o vídeo do Scratch Day).

Matar saudades, conversar um bocadinho, comer uma sopinha, bacalhau, queijinho fresco e cerejas... que esperavam por mim numa casa em Lisboa a que chamarei para sempre o "meu ninho"...

Não me queixo da vida.
Recebo dela muito mais do que lhe dou.

Scratch Day: Momentos... (vídeo original )

Vídeo com maior qualidade produzido no animoto.

Scratch Day - momentos e memórias (tecnologias e afectos)

Filme animoto do dia

O que dizer depois das emoções de um dia tão especial?

Reproduzo aqui o testemunho do ffred, porque dá voz ao que todos sentimos.
As palavras que sairam do coração dele podiam ter sido escritas pelos corações de toda a equipa que trabalhou com entusiasmo na preparação deste dia:
Guilhermina Miranda (Professora na FPCE UL)
Fernando Frederico (o nosso Super Avô, Tenente-Coronel, programador, extraordinário comunicador)
Idalina Jorge, Teresa Pombo, José Paulo Santos, Teresa Marques (professores carolas do Ensino Básico de vários ciclos de ensino)
João Torres (ESE de Setúbal)
Teresa Silva (professora do 1º Ciclo, actualmente na FCUL)
E... adoptados a posteriori, o Gonçalo Miguel (licenciado em informática pela Universidade de Lisboa, a fazer mestrado em Ciências Cognitivas) que não foi apenas um participante inscrito... imediatamente na inscrição se ofereceu como voluntário e fez realmente a diferença durante todo o dia! Também o Rúben Pinto (Professor) que nos apoiou e deu força e vai continuar a integrar esta equipa que não deverá ficar-se por aqui...)


(Agradecemos ao professor João Filipe Matos da FCUL a sua contribuição neste evento.)



E, agora, as palavras do ffred:

Soube-me a pouco e soube-me bem.
A plateia aguentou, estoica e atentamente, 45 minutos de conversa inicial o que abona em favor do interesse que o tema desperta nas pessoas. Mau grado o embargo na voz ao falar das coisas simples que me encantam, eu estaria ainda a debitar matéria mais umas horas, sem me queixar ou sequer notar a passagem do tempo.
O entusiasmo manteve-se em alta na sala dos computadores, onde circulei sem pontos mortos por quase todos os scratchers, pequenos e grandes, empenhados que estavam em experimentar alguns comandos, em concretizar as ideias que lhes ocorreram e que nem sempre é possível descrever em breves palavras, e até em completar projectos "na hora". Lembro-me de uma sessão de hip-hop, de um jogo de apanhada, do encontro de duas borboletas e do medo induzido por uns fantasmas.
Lembro-me do afã em aplicar algumas dicas que tive ocasião de lhes dar. Tão urgentes eram que ainda eu não completara a ideia e já o cursor debicava os comandos no "deck". Lembro-me do desapontamento de duas scratchers a quem já fora difícil arranjar lugar mas que o encontraram, depois, ocupado, quando se ausentaram por momentos para ir ao bar. Se mais lugares houvesse mais se teria navegado neste oceano ainda pouco desbravado.
O tempo cumpriu o seu papel de apenas nos permitir "abrir o apetite" aos participantes. Penso que é nosso dever prolongar este momento pelo tempo fora, incentivando-os a desenvolverem e a partilharem os seus projectos e informando-os dos endereços onde podem achar apoio, como será o caso dos endereços de email dos scratchers mais experientes e da possível existência de fóruns onde se possam colocar dúvidas e obter ajuda. Sobretudo, seria óptimo que se pudessem realizar formações de professores, com direito a créditos, para iniciação ao Scratch, pela inevitável replicação desse conhecimento junto dos alunos.
Não houve tempo para demonstrar o que quer que fosse dos tais "projectos de bolso"nem o ambiente se proporcionava para distrair os olhares dos ecrãs que cada equipa tinha à sua frente. Foi quase febril e viciante. Uma das virtudes do Scratch é provocar este tipo de entusiasmada adesão que aqui vim encontrar, mais uma vez.
Depois, vim encontrar o átrio fervilhando do mesmo entusiasmo. Parecia que ninguém estava na disposição de se levantar das mesas. Por isso pedi que tornassem a ligar o ecrã grande do anfiteatro e deixei um jogo nas mãos de três jovens enquanto voltei ao átrio para tentar chamar as pessoas para ver o jogo e assistir ao programado encerramento; mas à volta do quadro interactivo já se tinha juntado um magote, de pé, firmes, a assistir a mais maravilhas do quadro e dos alunos.
Foram muito interessantes e gratificantes as conversas fugazes que tive com alguns pais e professores que comigo partilharam o seu interesse pelo assunto e, claro, a muito compreensível vaidade pelos seus filhos e seus alunos.
Foi muito oportuno e inestimável o apoio dado pelo Dr. Gonçalo Miguel, actualmente a fazer o mestrado em Ciências Cognitivas, que descarregou o Scratch e o instalou no computador do anfiteatro, preparando os projectos para a minha apresentação. Foi agradável assistir à simpatia com que o responsável pelo anfiteatro e o segurança do parque me receberam e despediram, não obstante terem ficado retidos para além da sua hora normal de saída. Foi também uma reconfortante experiência, esta minha, de ver como uma equipa empenhada pode realizar não importa o quê, em não importa quanto tempo, não importa onde. Parecendo que não é nada, são estas atitudes, estes eventos e estes Scratchers que ajudam a cauterizar feridas antigas, abertas noutros combates mal sucedidos contra moinhos imóveis e bem reais.

Os meus agradecimentos a todos

Fernando Frederico



Apresentação no auditório
(feita em colaboração com três alunos)

(A gralha é do portal e aqui não é possível a interactividade que permitia a abertura dos projectos a partir dos diapositivos)

Como me sinto?
Exactamente assim...


Scratch Day no mundo, partilhas:
http://www.flickr.com/groups/scratchday/
http://www.youtube.com/group/scratchdayhttp://scratch.mit.edu/galleries/view/47847
http://www.hansonexperience.com/my_weblog/2009/05/twitterfountain.html

sexta-feira, maio 15, 2009

Scratch Day welcome (... ideas and resources)

A welcome to Scratch Day from Mitch Resnick and Karen Brennan, two members of the MIT Scratch Team.

As boas-vindas ao Scratch Day do Mitch Resnick e da Karen Brennan, dois membros do MIT Scratch Team.



Online activities

Check out the Scratch website for special Scratch Day activities online:

Meet - Use this gallery to share projects that introduce you to others in the Scratch online community.
Share - Use this gallery to share stories, pictures, and audio from Scratch Day events around the world.
Learn - Use this gallery to help people learn new things about Scratch on Scratch Day!

http://day.scratch.mit.edu/resources

Cresceram tanto...

Sessão do Clube cheia... mesmo reclamando de uma Internet que fugiu e só regressou quando já não havia tempo para ser usada...


Apresentação ao grupo das intervenções de amanhã na FPCE UL (Buterfly sem um t, FCA e Mada).
Falarão dos seus projectos, das histórias que os levaram a eles.

Mais uma vez meus parceiros de aventura num dia de celebração com suave sabor a despedida.
Um mês nos separa de uma espécie de adeus.
E não queria.
E a saudade.
Pois.

Mimos...

da Isabel Preto e da IC ...

E eu agradeço muito o prémio e o carinho que ele traz...
(elas desculpam-me por eu não conseguir desmultiplicar...)

[premio_amor_por_educar.png]

quinta-feira, maio 14, 2009

Dos fios e das teias... ainda a Escola dos meus sonhos...

... ver famílias de alunos do Clube - pequeninos de quinto ano (que não integram as minhas turmas) a aderir a estes entusiasmos que levaram à organização em tempo record da celebração do Scratch Day é para mim mais do que um prazer: é a exacta visão da Escola com que sonho. Uma Escola que gasta o seu melhor tempo entrelaçada com as crianças e que convoca as famílias para o melhor que habita em si. Troquei cartas e telefonemas com alguns pais (que não me conhecem) explicando, remetendo para o blogue do Clube onde fui deixando toda a informação...
Deixaram-se contagiar...

As famílias organizam-se e adoptam alguns sem transporte para que a maioria possa estar presente num dia que conta já com 120 inscrições, entre as quais mais de 40 crianças (algumas especialistas em Scratch que irão apoiar e ajudar os iniciados - adultos e crianças). O entusiasmo excedeu as expectativas.

Vamos levar a Escola até à Universidade que também, ela própria, se assume como um espaço polivalente que pode e deve entretecer-se em iniciativas educativas que abracem as pessoas em geral... os seus futuros inquilinos e as respectivas famílias. Missão nobre.

Casamento feliz o de sábado próximo. Tempo bem gasto na preparação e organização. Sementes a semear.
Quem sabe os frutos que nascerão depois...

A Escola dos meus sonhos sabe exactamente ao sabor das cerejas e das amoras que recolho do jardim e saboreio a olhar as rosas, mal chego a casa ao fim da tarde... Às vezes consigo (entre)vê-la pertinho de mim...
(Fugazes momentos.)

Scratch Day... uma surpresa para as famílias inscritas com crianças...

Adivinhem lá...

Pista:

(clicar para ampliar)

WORD - vários para impressão AQUI

quarta-feira, maio 13, 2009

Scratch Day: adrenalina acumula-se...


... o dia 16 a chegar. Últimos preparativos. Tudo requintado e preparado com carinho porque o público merece. Até estacionamento garantido aos participantes em parque privado da FPCE UL! Um luxo. Devemos passar as 100 inscrições. Famílias inteiras onde só falta o cão e o gato. Acho que vai ser um dia bonito e especial... Assim coisa do coração que é a forma como entendo as tecnologias: promovendo o estreitamento de laços e potenciando a nossa humanidade.

Foi preciso descontrair uns minutos e preparar algo para o dia (onde possam ser exemplificados alguns comandos) antes de regressar ao aperfeiçoamento e criação de links da apresentação que me caberá em sorte na sessão de boas vindas e introdução às actividades da manhã de 16:


Scratch Project



Vá... chega de descontrair...
Ao trabalho... JÁ!

terça-feira, maio 12, 2009

Scratch day - novidades sobre a entrada

A entrada para o evento no dia 16 na FPCE UL será por aquela que, em tempos, terá sido a entrada principal, virada para a rua João Soares, visto que a entrada virada para a reitoria estará fechada por causa da missa.

Está assinalada com círculo vermelho.


Aqui embrenhados na organização do dia, para que tudo corra o melhor possível, não há tempo para muito mais...


segunda-feira, maio 11, 2009

Scratch Day FPCE 16 Maio - novidades sobre o acesso

Embora o nosso evento coincida com a Bênção das pastas dos estudantes e seja aconselhável usar o Metro, encontrou-se uma solução alternativa para quem queira vir de carro:

O Parque da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação estará aberto a partir das 8,30 de sábado. Prevê-se um período de entradas, para quem não tem sistema de acesso directo, entre as 8,30 e as 9,30 (estará lá um segurança para abrir a porta às pessoas inscritas no Scratch Day – terá em seu poder lista com os nomes dos inscritos)

É aconselhável vir de metro mas podem vir de carro, pois há um modo de o fazer, visto estas artérias não estarem fechadas, segundo informação do Comissário da PSP da 18º esquadra (só a Alameda da Universidade e os seus acessos directos estarão encerrados): Vindos da Rotunda de Entre Campos, subir a Avenida das Forças Armadas, virar no cima à direita (como quem vai para o Hospital de Santa Maria) e depois virar na primeira transversal à direita (rua pequena) em direcção ao ISCTE; no final desta rua tem uma curva apertada à esquerda (lado esquerdo fica a faculdade de Medicina Dentária), continua em frente e do lado direito tem a entrada para o Parque da FPCE, logo depois do parque Público da Universidade de Lisboa (que está bem sinalizado). Haverá um poster do Scratch Day na entrada do parque da Faculdade, a sinalizar.

Scratch day... inscrições até amanhã

Scratch day... dia 16 de Maio (sábado) na FPCE UL.

Apareçam!

Página do evento (Portugal)

Página do evento (MIT)

Recursos - "Edutech around the world"

Já vos havia falado da minha adesão ao conceito e ferramenta Amplify .
Continuo a gostar e o meu "clog" lá vai crescendo.

Últimos textos "clipped from the web":


The Social and Technological Dimensions of Scaffolding and related Theoretical Concepts for Learning, Education, and Human Activity (Roy Pea, 2004)

Augmenting the Discourse of Learning with Computer-Based Learning Environments, (Roy Pea, 1990)

domingo, maio 10, 2009

Clube Scratch time... um ano em imagens (animadas)

Não tem sido sempre fácil...
... mas gosto de recordar os aspectos positivos.

Sim, rendi-me ao ANIMOTO (depois da Teresa Pombo ter construído com ele o vídeo promocional do Scratch Day... o que eu tenho aprendido com esta pessoa especial!)
Gratuitamente só são possíveis segmentos de 30 segundos... sim... paguei os 30 dólares anuais para ter acesso ilimitado a tudo o que é possível fazer e nenhum controlo no tempo de duração do vídeo.
Sim, enquanto estou aqui a trabalhar (já fiz a ficha de avaliação das actividades do Clube e continuo a laborar na tese... levantei-me às 6 da manhã), adicionei umas fotos sem demais cuidados, escrevi uns textos breves, salteei e desordenei, assinalei destaques, escolhi a música e deixei o programa trabalhar para mim. Não fui especialmente criativa... pelo contrário... hei-de regressar ao tema com outras composições pelo meio em vez de apenas acumular fotos (com mais empenho e reflexão, maior síntese e mais aguçado sentido estético, os efeitos podem ser extraordinários - ver vídeo de divulgação do ANIMOTO ... Mas já se sabe, ao princípio, no entusiasmo da experimentação, alargamo-nos e exageramos...)

O resultado foi este...
E este remix (posterior):



E, sim, também foi feito para vos continuar a abrir o apetite para o Scratch day... dia 16 de Maio na FPCE UL. Apareçam!
Página do evento (Portugal)
Página do evento (MIT)

Novo visitante...


Acabámos de ver uma poupa no telhado da casa.
Não foi possível fotografá-la, mas era linda como esta:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Poupa

sábado, maio 09, 2009